04 / 06 / 2024

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UFRN faz parceria para desenvolver cimento sustentável

A Repsol Sinopec Brasil está buscando aproveitar resíduos da indústria agrícola e da produção de argamassa para criar um novo tipo de cimento utilizado em poços terrestres para injeção de vapor na indústria de petróleo e gás, além de poços geotérmicos.

Denominado como “Pozobio”, esse projeto de tecnologia e inovação é uma parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

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De acordo com Juliana Henriques, pesquisadora responsável pelo projeto na Repsol Sinopec, essa abordagem pode ser um passo importante para reduzir as emissões de CO2 na indústria.

Reduzir o CO2

“A proposta é reduzir significativamente as emissões de CO2, substituindo parte do cimento por materiais naturais que são resíduos gerados em grande quantidade em outras áreas, evitando assim o descarte em aterros sanitários”, explica Juliana.

Além disso, espera-se uma redução significativa nos custos do material. De acordo com a Repsol Sinopec Brasil, isso torna mais eficientes os poços que necessitam de materiais mais resistentes, como aqueles utilizados para injeção de vapor em campos de petróleo.

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Os pesquisadores estão investigando a combinação de resíduos de biomassa e de produção de argamassa, que são ricos em sílica e possuem propriedades adequadas para a fabricação de um novo tipo de material com potencial aplicação em cimentação de poços.

O projeto terá duração de dois anos e envolverá 15 profissionais. A primeira fase consiste em identificar e qualificar fornecedores e materiais, com testes realizados no laboratório da UFRN em Natal, no Rio Grande do Norte. Uma das parceiras nessa etapa é a empresa Brasil Química e Mineração Industrial (BQMIL), localizada em Mossoró (RN).

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“Nosso objetivo final é utilizar fornecedores locais para criar uma solução viável em larga escala para a indústria. Dessa forma, contribuindo também para o desenvolvimento econômico e social da região”, destaca Rodrigo Santiago, responsável pelo projeto na UFRN.

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